
Falar sobre excelência da animação feita pelos estúdios Pixar é chover no molhado. Toy Story, em 1995, já mostrava que o estúdio comandado por John Lasseter não estava para brincadeiras. De lá para cá, não só a qualidade gráfica das peças produzidas pela Pixar aumentou como também a profundidade dos temas abordados.
Ratatouille, do diretor Brad Bird, elevou mais uma vez o conceito de animação gráfica. A plasticidade das cenas, que deixam Paris ainda mais bonita do que ela é em live action, recheada por um roteiro que traz pitadas de filosofia e auto-ajuda tornam o resultado final por demais saboroso.
A história na verdade são duas. A do rato que quer se tornar um cozinheiro e a do garoto que quer um emprego e uma namorada. Ambos se sentem deslocados no mundo em que vivem. Não aceitam que sua existência seja resumida unicamente a condição em que estão e vão batalhar para transformar seus sonhos em realidade.
Mas o grande personagem da história não é nem o rato Remy nem Alfredo Linguini o garoto que vai se transformar num chef de cuisine. O melhor papel do filme cabe ao crítico culinário Anton Ego que se julga acima do bem e do mal, capaz de elevar aos céus ou ao inferno qualquer restaurante. Sua reflexão final deixa uma mensagem antiga, mas por demais valiosa: a de que um homem, ou um rato, é do tamanho do seu sonho.
Ratatouille, do diretor Brad Bird, elevou mais uma vez o conceito de animação gráfica. A plasticidade das cenas, que deixam Paris ainda mais bonita do que ela é em live action, recheada por um roteiro que traz pitadas de filosofia e auto-ajuda tornam o resultado final por demais saboroso.
A história na verdade são duas. A do rato que quer se tornar um cozinheiro e a do garoto que quer um emprego e uma namorada. Ambos se sentem deslocados no mundo em que vivem. Não aceitam que sua existência seja resumida unicamente a condição em que estão e vão batalhar para transformar seus sonhos em realidade.
Mas o grande personagem da história não é nem o rato Remy nem Alfredo Linguini o garoto que vai se transformar num chef de cuisine. O melhor papel do filme cabe ao crítico culinário Anton Ego que se julga acima do bem e do mal, capaz de elevar aos céus ou ao inferno qualquer restaurante. Sua reflexão final deixa uma mensagem antiga, mas por demais valiosa: a de que um homem, ou um rato, é do tamanho do seu sonho.