
É possível desrespeitar toda e qualquer lei da física, em especial a da gravidade, criar situações absurdas e completamente ilógicas, unir a isso tudo interpretações que beiram a histeria num fiapo de história e, mesmo assim, fazer um filme muito, mas muito divertido? Adrenalina é a prova que é possível sim.
Chev Chelios, um assassino profissional em vias de abandonar a profissão, descobre que foi envenenado por uma substância que provoca a desaceleração gradativa do coração, até o ponto em que ele pare de bater. Para se manter vivo, o matador arrependido tem que encontrar maneiras de aumentar o nível de adrenalina em sua corrente sanguínea e é essa busca desesperada a grande diversão do filme.
Cocaína, brigas de rua, natação, choques cardíacos e transar em praça pública são algumas das alternativas que Chelios utiliza para manter-se vivo e com o coração batendo. A seqüência de sexo no meio da rua, com todos olhando, é de rir até dizer chega, uma prova do talento de Jason Statham que além de saber dar as pancadas tradicionais de todo brucutu truculento, também é capaz de fazer graça.
O matador, com a certeza de que vai morrer, parte para uma vingança sangrenta contra aqueles que lhe envenenaram e, no meio do caminho, ainda encontra tempo para se despedir e dizer que ama a namorada.
Adrenalina é puro cinema-fantasia sem qualquer compromisso com a verossimilhança ou coisas do tipo. Tudo é improvável ou mesmo impossível. Talvez por isso mesmo seja um filme tão legal.
Chev Chelios, um assassino profissional em vias de abandonar a profissão, descobre que foi envenenado por uma substância que provoca a desaceleração gradativa do coração, até o ponto em que ele pare de bater. Para se manter vivo, o matador arrependido tem que encontrar maneiras de aumentar o nível de adrenalina em sua corrente sanguínea e é essa busca desesperada a grande diversão do filme.
Cocaína, brigas de rua, natação, choques cardíacos e transar em praça pública são algumas das alternativas que Chelios utiliza para manter-se vivo e com o coração batendo. A seqüência de sexo no meio da rua, com todos olhando, é de rir até dizer chega, uma prova do talento de Jason Statham que além de saber dar as pancadas tradicionais de todo brucutu truculento, também é capaz de fazer graça.
O matador, com a certeza de que vai morrer, parte para uma vingança sangrenta contra aqueles que lhe envenenaram e, no meio do caminho, ainda encontra tempo para se despedir e dizer que ama a namorada.
Adrenalina é puro cinema-fantasia sem qualquer compromisso com a verossimilhança ou coisas do tipo. Tudo é improvável ou mesmo impossível. Talvez por isso mesmo seja um filme tão legal.
Um comentário:
Jason Statham entra no mesmo balaio de Sylvester, Arnold, Jean-Claude e outros. Um ítalo-americano, um austríaco, um belga e, agora, um inglês (com um humor típico da terra de Shakespeare).
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